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Como montar uma proposta de preço competitiva em licitações

  • Foto do escritor: Lici
    Lici
  • 19 de set. de 2025
  • 5 min de leitura

Pensar em participar de licitações públicas é sentir aquele frio na barriga. A concorrência é forte, detalhes importam e um erro na proposta pode jogar trabalho e investimento fora. Então, como montar uma proposta de preço capaz de ganhar contratos e ainda ser saudável para sua empresa? Talvez, no início, pareça um bicho de sete cabeças. Mas não é. A LicitEduca acredita que, com método e atenção, é possível criar propostas pujantes, justas e vencedoras.

O preço certo pode ser seu diferencial.

Entendendo o edital e os requisitos


Parece óbvio, mas muita gente tropeça justamente aqui. Ler, reler e entender o edital salva empresas de propostas desclassificadas. Antes de calcular qualquer valor, é necessário levantar:

  • Quais itens ou serviços estão sendo contratados?

  • Quais documentos e formulários são exigidos?

  • Qual o prazo de entrega e as condições de pagamento?

  • Existe alguma exigência técnica ou certificação?

Nesse momento, dúvidas são comuns. E é melhor perguntar antes do que errar depois. Empresas que contam com consultoria especializada, como a da LicitEduca, costumam navegar com mais tranquilidade nesse mar de detalhes.


Levantando custos de forma realista


Cálculo de preço, para licitação, é bem diferente daquele que você faz para vender no dia a dia. Cada centavo conta. Um erro simples pode virar prejuízo ou tirar sua empresa da disputa. Por isso, faça uma análise cuidadosa dos custos diretos e indiretos.

Considere, sem pressa:

  • Custo de aquisição ou produção do item/serviço

  • Mão de obra direta e encargos

  • Materiais de consumo, frete e logística

  • Tributos e impostos relacionados à venda

  • Custos indiretos, como energia, aluguel, manutenção e seguros

  • Eventuais custos financeiros

Use planilhas ou sistemas simples. Se errar nas contas, o barato pode sair caro.


Análise da concorrência e pesquisa de preços


É difícil acertar o alvo no escuro. Pesquisar preços praticados pelo mercado, junto à administração pública, ajuda a não errar para cima ou para baixo.

Alguns caminhos práticos:

  • Consultar painéis públicos como o Painel de Preços do Governo Federal

  • Olhar contratos anteriores publicados em portais oficiais

  • Pedir orçamentos reais de fornecedores

Nesse ponto, é interessante perceber padrões. Preços muito baixos em contratos anteriores podem indicar disputa acirrada, margens pequenas ou erros de cálculo dos concorrentes. Preços altos, por outro lado, demonstram margem para trabalhar de forma mais confortável.


Formação do preço de venda


Com o levantamento dos custos pronto e análise do mercado realizada, é possível formar o preço final.

  • Custo total: A soma de todos os custos detalhados anteriormente.

  • Margem de lucro: Pense no equilíbrio. Nem sempre uma margem apertada é garantia de vitória. Seu preço ainda precisa cobrir riscos e eventuais imprevistos.

  • Tributação: Considere o regime fiscal da empresa. O cálculo muda bastante para Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.

Aqui, uma dica prática da LicitEduca: nunca chute um preço. Documente todas as etapas do cálculo. Se houver questionamento posterior, você estará preparado.

Documentação gera segurança.

Estrutura da proposta


Não adianta só calcular certo e deixar o orçamento confuso. A forma também conta pontos aos olhos da comissão de licitação.

O que a proposta deve apresentar?

  • Identificação clara da empresa, com CNPJ, endereço e dados do responsável

  • Descrição detalhada do objeto/produto/serviço ofertado

  • Valores unitários e totais, sempre conforme solicitado no edital

  • Prazos, condições de pagamento e validade da proposta

  • Assinaturas e carimbos exigidos

A linguagem deve ser objetiva, evitando termos dúbios ou ambiguidades. O anexo de documentos exigidos no edital merece atenção redobrada. Não raras vezes, bons preços caem por detalhes formais.


Critérios para ser competitivo sem comprometer a saúde financeira


Quem entra no jogo do preço muito baixo pode até ganhar, mas perde lá na frente. A ideia é ser competitivo e sustentável. Há algumas dicas que, talvez, ajudem:

  • Avalie se sua empresa está pronta para atender ao volume e exigências contratuais

  • Escale benefícios de fornecedores, negociação em maiores quantidades pode baixar custos

  • Considere riscos, provisionando valores para imprevistos (cláusula de reajustes pode ajudar em contratos longos)

  • Evite cartadas desesperadas, como margens negativas

  • Foque nos diferenciais: garantia, prazo, qualidade, atendimento

Conquistar contratos é bom. Cumprir e ser saudável, melhor ainda.

Formalização: revisão final e envio


Antes de clicar em “enviar proposta” ou protocolar presencialmente, revise tudo com olhar desconfiado. Cheque se a documentação está completa, a linguagem está adequada, e os cálculos batem.

Peça para alguém de fora do processo ler a proposta. O “olhar fresco” costuma pegar detalhes despercebidos.

Se bater a dúvida, a LicitEduca oferece treinamentos e consultorias justamente para ajudar empresários e gestores a não escorregarem nos detalhes e aumentarem as chances de sucesso.


Conclusão


Montar uma proposta de preço competitiva em licitações não exige nenhum truque secreto. Pede disciplina, método e muita atenção aos detalhes. Respeitar as etapas, entender o edital, levantar custos, pesquisar o mercado, estruturar os preços e revisar bem, faz toda a diferença. Cada contrato público representa não só venda, mas novas possibilidades de crescimento para sua empresa. Se quiser sentir na prática a diferença entre participar e realmente ganhar, conheça a LicitEduca. Estamos aqui para transformar informação em conquista, e ajudar sua empresa a faturar mais com licitações.


Perguntas frequentes sobre propostas de preço em licitações



O que é uma proposta de preço competitiva?


Uma proposta de preço competitiva é aquela que apresenta um valor adequado às exigências do edital, cobrindo todos os custos, tributos e uma margem de lucro realista, sem destoar dos preços praticados por outros fornecedores. Busca equilíbrio entre ser atraente para o órgão público e viável financeiramente para a empresa. Não significa, necessariamente, ser a mais barata, e sim oferecer melhor relação custo-benefício.


Como calcular um preço para licitação?


Para calcular um preço para licitação, é preciso levantar todos os custos diretos (materiais, mão de obra, frete) e indiretos (despesas administrativas, taxas), incluir tributos conforme seu regime fiscal, considerar uma margem de lucro coerente e possíveis riscos do contrato. A LicitEduca recomenda detalhar cada etapa do cálculo, e, se possível, utilizar planilhas ou softwares para organização.


Quais erros evitar ao montar uma proposta?


Alguns dos erros mais comuns a evitar são: não ler atentamente o edital, esquecer documentação obrigatória, calcular custos de modo superficial, não considerar impostos, adotar margens irreais e deixar dados faltando ou errados na proposta. Outro erro grave é ignorar cláusulas sobre prazos de entrega ou condições de pagamento.


Vale a pena participar de licitações públicas?


Sim, para a maioria das empresas, participar de licitações representa novas oportunidades de negócio, maior faturamento e contratos mais estáveis. Porém, é fundamental analisar se a empresa tem estrutura para atender às demandas e se preparar bem. O suporte e o conhecimento compartilhado pela LicitEduca ajudam empresários a obterem resultados positivos, evitando prejuízos.


Onde encontrar editais de licitação confiáveis?


Editais confiáveis estão disponíveis em portais oficiais de compras governamentais, como Compras Públicas, compras de estados e municípios, e também no Diário Oficial da União. Sempre prefira acessar canais oficiais ou, em caso de dúvidas, contar com a orientação de empresas especializadas como a LicitEduca para encontrar os editais certos e entender cada requisito.

 
 
 

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